Apresentação

CANTI - Grupo de Apoio a Portadores de Câncer da Tireóide Nasceu da vontade de compartilhar vivências, mais que trocar informações, é uma oportunidade de apoiarmos uns aos outros.

A partir do encontro, o acolhimento através do olhar, do ouvir, do falar. Todos estamos no mesmo barco, pois vivenciamos situações semelhantes: medo, ansiedade, dúvida, esperança e confiança.

Uma responsabilidade mútua permeia este grupo, formando uma rede de solidariedade, em que o senso de pertencimento proporciona o suporte necessário para enfrentar e prosseguir na luta pela VIDA PLENA E FELIZ.

domingo, 3 de outubro de 2010

23/09/2010 -
Medicina Nuclear no tratamento do câncer da tireoide
Médicos discutem o câncer da tireoide no Rio de Janeiro.

Estima-se que 60% da população brasileira tenham nódulos na tireoide em algum momento da vida, sendo 5% deles são malignos. A incidência de câncer de tireoide aumentou 10% na última década, mas o número de mortes relacionadas à doença diminuiu. Quando o diagnóstico é feito em estágio inicial, 85% dos pacientes diagnosticados e tratados se mantêm vivos e ativos.

A Medicina Nuclear é uma importante aliada do paciente no diagnóstico e no tratamento do câncer de tireoide. Essa glândula usa iodo para produzir os hormônios necessários para o funcionamento do organismo e a Medicina Nuclear aplica iodo radioativo, em doses controladas, para entrar na tireoide e eliminar o tumor.

O tratamento com iodo radioativo segue uma rotina diferenciada. O paciente adota por 30 dias, antes do tratamento, uma dieta pobre em iodo e é internado, ficando isolado no chamado quarto terapêutico. O iodo radioativo é administrado em cápsula ou em líquido, por via oral, e o isolamento é necessário para proteção ambiental, sendo que a infraestrutura e o conforto são os mesmos de outros quartos do hospital.

Além disso, o acompanhamento de pacientes com essa patologia exige exames periódicos para avaliar se não houve recorrência do tumor, o que acontece em até 35% dos casos. É preciso interromper a reposição hormonal, o que leva ao hipotireoidismo. Com isso, durante quatro semanas, o paciente tem fadiga, ganho de peso, falta de força, dores nas articulações, constipação intestinal e outros sintomas.

A Medicina Nuclear conta com o TSH Recombinante, hormônio estimulador da tireoide, que melhorou a eficiência do monitoramento e do tratamento de câncer de tireoide, evitando que o paciente entre em hipotireoidismo, durante os procedimentos.

O TSH Recombinante é injetado antes dos exames, como pesquisa de corpo inteiro e/ou dosagem de tireoglobulina, para estimular eventuais células da tireoide remanescentes ou presentes em metástases, possibilitando a identificação e o tratamento.

Frente à importância do assunto, no dia 20 de outubro de 2010, no auditório do Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (Rua Visconde de Silva, 52, 1º andar, Botafogo), no Rio de Janeiro (RJ), a Sociedade Brasileira de Biologia Medicina Nuclear e Imagem Molecular (SBBMN) promoverá uma reunião sobre ‘Atualização em Câncer de Tireoide’, tendo como moderadores os médicos Lea Miriam Barbosa da Fonseca e Mário Vaisman, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. [www.sbbmn.org.br].

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Reunião Junina

Hoje, 14 de junho, aconteceu a reunião do Canti, comemoração junina e despedida de nossa amiga Micheline. Reunião bastante movimentada e gostosa (também pelos 'comes e bebes'!). A alegria foi presença marcante também neste encontro. Nossa amiga Edilene fez a dinâmica da generosidade e todos puderam ver quantas características positivas estão presentes nas pessoas do grupo. Quem não compareceu, apareça na próxima. Aqui sempre tem festa!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Doe Palavras

O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de pessoas com câncer, lançou um projeto genial.

É fácil e rápido, todos podem doar, é só acessar

http://www.doepalavras.com.br/
Escreva uma mensagem de otimismo, curta como no twitter acrescente #doepalavras
sua mensagem aparecerá em um telão para os pacientes que estão fazendo tratamento.

Doe palavras de afeto, entusiasmo, força!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Boas Notícias

O Imip inaugura, nesta segunda-feira (8), um serviço de medicina nuclear. Ele é único no Estado que atende integralmente pelo Sistema Único de Saúde. Por meio de duas máquinas radioativas, o paciente poderá ter o câncer detectado com precocidade e precisão.

O coordenador de Medicina Nuclear da instituição, Tien Chang , explica o procedimento das duas máquinas que serão utilizadas nos exames.

“É um equipamento que realiza uma tomografia convencional e por emissão de pósitron. Injetamos no paciente uma glicose radioativa e ela procurará lugares onde há maior consumo de energia. Com isso detectamos o câncer de forma mais precoce e precisa”, revela sobre uma delas.

A outra máquina que compõe o setor, segundo o médico, é conhecida dos pernambucanos, usava basicamente em casos de metástases ósseas, doenças renais, de tireóide, angina, etc.

Ele explica ainda que durante a sessão, o paciente é exposto à radiação e os médicos precisam se protegem em uma sala computadorizada, onde o exame é assistido.

Geralmente, o paciente é encaminhado para lá somente quando ele já sabe que possui a doença e precisa avaliar o nível do câncer.

Chang informou este mês, o serviço estará em etapa preparatória. Somente no final de março, ou começo de abril, os pacientes receberão atendimento.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Depoimento de Roslene Neri

Antes de receber o diagnóstico do câncer de tireóide, eu imaginei que eu não teria essa doença. Essa intuição foi baseada no fato de minha irmã ter recebido essa notícia um ano antes, eu pensei: Deus não deixaria duas pessoas da mesma família ter uma doença dessas. Quando recebi a notícia sofri muito, senti pena de mim mesma, mas fiquei mais preocupada com minha família, meu filho e meu marido. O primeiro diagnóstico em setembro de 2005 foi benigno e fiquei aliviada, mas o médico da Ultrassonografia havia desconfiado e a Endocrinologista, muito cuidadosa pediu para repetir o exame e 5 meses depois, em Fevereiro de 2006 recebi o diagnóstico do câncer. O primeiro passo foi procurar o cirurgião, recebi todas as informações quanto ao tratamento, às reações, os próximos passos e que, com certeza ficaria curada. O mais importante foram as orações da minha família, da minha prima, dos amigos e principalmente o apoio que recebi de minha irmã, que já havia feito o mesmo tratamento e me orientou sobre os cuidados que eu deveria ter. Ela foi de fundamental importância, pois me deu atenção, apoio, carinho, ficou do meu lado, me acompanhou nos exame, no tratamento e isso foi muito bom e importante para eu enfrentar e tratar a doença.