Apresentação

CANTI - Grupo de Apoio a Portadores de Câncer da Tireóide Nasceu da vontade de compartilhar vivências, mais que trocar informações, é uma oportunidade de apoiarmos uns aos outros.

A partir do encontro, o acolhimento através do olhar, do ouvir, do falar. Todos estamos no mesmo barco, pois vivenciamos situações semelhantes: medo, ansiedade, dúvida, esperança e confiança.

Uma responsabilidade mútua permeia este grupo, formando uma rede de solidariedade, em que o senso de pertencimento proporciona o suporte necessário para enfrentar e prosseguir na luta pela VIDA PLENA E FELIZ.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

05 de Junho- Quem sabe faz na hora.

Preservar o ambiente é  possível e é o melhor meio de viver.
Jovens, alunos atuantes da E E Professor Alcides de Carvalho em Montes Claros-MG, põem as mãos na terra e fazem bonito no dia do Meio Ambiente.
Preparam a terra, plantam mudas, molham...Moradores mobilizados aderem à campanha do "Adote uma árvore.

Conheça o Adesivo verde, plante árvores e neutralize o co²
http://adesiva.me/adesivo-verde




Câncer de tireoide é destaque no primeiro dia do EndoRecife Segundo o INCA, oito mil novos casos da doença devem acometer as brasileiras em 2014
Publicação: 06/06/2014 11:05 Atualização: 06/06/2014 11:18

Começou hoje no Summerville Resort, em Ipojuca, o EndoRecife, encontro que debate as novidades no tratamento e diagnóstico das principais doenças endócrinas. O primeiro dia da 17ª edição destaca o câncer de tireóide. A glândula, localizada na parte anterior do pescoço, é responsável pela produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que regulam o metabolismo humano.

Eliana Moura comandou o debate e coordenou a apresentação dos estudos de casos no EndoRecife. Além disso, os especialistas Paulo Almeida Filho, Laura Ward e Pedro Rosário propuseram um debate sobre o Câncer de Tireoide. Entretanto, é importante ressaltar que apenas 10% dos nódulos de tireoide são malignos e que o câncer tem baixo índice de mortalidade. O índice de cura é alto, chegando a quase 90%. Eliane Moura ressaltou também que a doença é silenciosa, ou seja, muitas vezes sem sintomas. Por isso, é necessário estar atento a qualquer alteração suspeita, como cansaço excessivo, sonolência e, principalmente, ao aparecimento de nódulos na região do pescoço.

As mulheres são as mais suscetíveis ao mal, e segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) oito mil novos casos da doença devem acometer as brasileiras em 2014. Este é o quinto tumor maligno mais comum entre elas. A presença mais comum de doentes entre o sexo feminino pode estar relacionado aos efeitos do estrógeno na tireoide, uma vez que estudos indicam que este hormônio poderia interferir no aparecimento de células doentes. Pessoas com histórico familiar de câncer de tireoide e as que fizeram radioterapia de cabeça e pescoço também são mais predispostas a terem tireoide.